A gestão da segurança de barragens de rejeitos é um dos desafios mais complexos e críticos da indústria de mineração atual. Os impactos potenciais sobre as pessoas, o meio ambiente e a continuidade operacional impulsionaram a adoção de padrões internacionais cada vez mais rigorosos, entre eles o Global Industry Standard on Tailings Management (GISTM).
Na iPresas, aplicamos a análise de risco como eixo central da gestão de barragens de rejeitos, integrando-a de forma prática e rastreável aos requisitos do GISTM. Nossa abordagem permite identificar, avaliar e gerenciar os riscos ao longo de todo o ciclo de vida da instalação, apoiando uma tomada de decisão sólida e baseada em risco.
O que o GISTM exige em termos de análise de risco?
O GISTM estabelece que os operadores devem:
- Identificar e avaliar de forma sistemática os riscos associados às barragens de rejeitos.
- Compreender os potenciais modos de falha, suas causas e consequências.
- Implementar medidas de mitigação e controle proporcionais ao nível de risco.
- Manter uma gestão contínua e dinâmica do risco, atualizada ao longo do tempo.
A análise de risco deixa de ser um exercício pontual e passa a ser uma ferramenta viva de gestão.
Nossa abordagem de análise de risco em barragens de rejeitos
Na iPresas, desenvolvemos uma metodologia específica para barragens de rejeitos, alinhada às melhores práticas internacionais e aos princípios do GISTM.
1. Identificação de Modos Potenciais de Falha (PFMA)
O primeiro passo consiste na identificação estruturada dos modos potenciais de falha (MPF) por meio de workshops técnicos colaborativos. Esse processo:
- Integra disciplinas geotécnicas, hidráulicas, operacionais e ambientais.
- Envolve profissionais-chave do operador e especialistas técnicos.
- Permite construir uma visão compartilhada dos riscos da instalação.
A PFMA é a base sobre a qual todo o restante da análise é estruturado.
2. Avaliação semiquantitativa do risco (SQRA)
Com base nos MPF identificados, desenvolvemos uma avaliação semiquantitativa do risco, na qual são estimados:
- Probabilidades relativas de ocorrência.
- Consequências potenciais sobre pessoas, meio ambiente e ativos.
- Nível de risco e priorização de cenários críticos.
Esta etapa é fundamental para atender ao princípio ALARP e direcionar os recursos aos riscos mais relevantes
3. Análise detalhada e quantitativa (quando aplicável)
Para os cenários de maior criticidade, avançamos para análises mais detalhadas:
- Decomposição dos modos de falha em nós de análise.
- Avaliação de incertezas técnicas e operacionais.
- Estimativas mais robustas de probabilidades e consequências.
Esse nível de análise reforça a rastreabilidade e a solidez técnica exigidas pelo GISTM.
4. Análise de ruptura e consequências
Quando o nível de risco exige, realizamos análises de ruptura de barragens de rejeitos, considerando:
- Comportamento reológico do rejeito.
- Extensão, profundidades e velocidades de inundação.
- Impactos potenciais sobre comunidades, infraestruturas e o meio ambiente.
Os resultados alimentam diretamente a avaliação de risco e os planos de emergência.
5. Gestão e acompanhamento contínuo do risco
A análise de risco não termina com um relatório. Na iPresas, apoiamos os operadores em:
- Atualizações periódicas da análise de risco.
- Integração com sistemas de instrumentação e monitoramento.
- Adaptação da análise diante de mudanças operacionais, construtivas ou regulatórias.
Essa abordagem dinâmica está alinhada ao espírito do GISTM e a uma gestão responsável de rejeitos.
Valor agregado da iPresas para o cumprimento do GISTM
✔ Metodologia específica para barragens de rejeitos
✔ Alinhamento direto com os princípios e requisitos do GISTM
✔ Integração entre risco, engenharia e operação
✔ Apoio efetivo à tomada de decisão e à priorização de investimentos
✔ Foco em segurança, sustentabilidade e governança do risco
A análise de risco aplicada às barragens de rejeitos é uma ferramenta essencial para atender ao GISTM e, sobretudo, para gerir de forma responsável infraestruturas críticas. Na iPresas, abordamos esse processo a partir de uma visão integrada, técnica e prática, acompanhando os operadores ao longo de todo o ciclo de vida de suas instalações.


